Vicente Menezes (PT) divulgou pelo Twitter que o prefeito Gonzaga "já criou 94 cargos em comissão, nomeados sem concurso publico, e que ganham muito mais que os concursados".
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Conservatório de Tatuí apresenta audição dos alunos de iniciação de cordas no dia 14 de novembro
Evento será realizado no Teatro Procópio Ferreira, às 20h30, com entrada franca
Na segunda parte da apresentação, o programa da Orquestra de Cordas Juvenil do Conservatório de Tatuí (alunos do 4º ao 6º semestre) executa “Suite of the Day”, de Hilary Burgoyne; “Tunes for my String Orquestra”, de Sheila M. Nelson; “Three Pieces – Trumpet Minuet (Peter Prelleur), March (Peter Prelleur) e Air (Handel)”. Além de “Capelinha de Melão” e Samba Lelê.
O programa da área de cordas, nos seus diversos níveis, é a concretização de um projeto do Conservatório de Tatuí destinado a promover estudos musicais que abrangem a prática de múltiplos gêneros e estilos. Consciente da necessidade de ampliação de espaços voltados para o diálogo entre arte e a ciência, o programa visa oferecer aos alunos de música uma formação que os qualifique a atuar artística, mas também de maneira crítica e reflexiva.
Para a implantação deste programa, conta-se com a colaboração de um corpo docente constituído em sua totalidade por professores, com importante produção pedagógica. A estrutura do programa possibilita plena integração entre as atividades desenvolvidas nas diversas linhas de pesquisa, através de projetos integração entre as diversas áreas dentro do Conservatório de Tatuí e também fora dele através das orquestras formando assim um elo entre o músico e a sociedade.
Estes objetivos representam um esforço para aprimorar a formação dos profissionais da área de música, tornando-os aptos a gerar e difundir o conhecimento de maneira a contribuir de forma crítica e inovadora para o desenvolvimento de uma classe profissional capacitada no âmbito artístico, científico, educacional e social, e em condições de inserir-se de forma qualificada e criativa na sociedade.
O Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos apresenta a audição dos alunos da iniciação de cordas, no dia 14 de novembro, às 20h30, no Teatro Procópio Ferreira, com entrada franca.
Primeiramente, tocarão os alunos de violoncelo e contrabaixo, com a obra “Perpetual Motion”, de S. Suzuki. Os estudantes de viola prepararam “French Folk Song - Folk Song” e os violinistas executarão “Minueto 2”, de J. S. Bach, e “Go Tell Aunt Rhody - Folk Song”. De acordo com o programa, os alunos ainda farão alguns estudos do livro String Builder vol.1, além da escala em ré maior e “Brilha Brilha Estrelinha: ritmo laranjada doce e tema”.
Primeiramente, tocarão os alunos de violoncelo e contrabaixo, com a obra “Perpetual Motion”, de S. Suzuki. Os estudantes de viola prepararam “French Folk Song - Folk Song” e os violinistas executarão “Minueto 2”, de J. S. Bach, e “Go Tell Aunt Rhody - Folk Song”. De acordo com o programa, os alunos ainda farão alguns estudos do livro String Builder vol.1, além da escala em ré maior e “Brilha Brilha Estrelinha: ritmo laranjada doce e tema”.
Na segunda parte da apresentação, o programa da Orquestra de Cordas Juvenil do Conservatório de Tatuí (alunos do 4º ao 6º semestre) executa “Suite of the Day”, de Hilary Burgoyne; “Tunes for my String Orquestra”, de Sheila M. Nelson; “Three Pieces – Trumpet Minuet (Peter Prelleur), March (Peter Prelleur) e Air (Handel)”. Além de “Capelinha de Melão” e Samba Lelê.
O programa da área de cordas, nos seus diversos níveis, é a concretização de um projeto do Conservatório de Tatuí destinado a promover estudos musicais que abrangem a prática de múltiplos gêneros e estilos. Consciente da necessidade de ampliação de espaços voltados para o diálogo entre arte e a ciência, o programa visa oferecer aos alunos de música uma formação que os qualifique a atuar artística, mas também de maneira crítica e reflexiva.
Para a implantação deste programa, conta-se com a colaboração de um corpo docente constituído em sua totalidade por professores, com importante produção pedagógica. A estrutura do programa possibilita plena integração entre as atividades desenvolvidas nas diversas linhas de pesquisa, através de projetos integração entre as diversas áreas dentro do Conservatório de Tatuí e também fora dele através das orquestras formando assim um elo entre o músico e a sociedade.
Estes objetivos representam um esforço para aprimorar a formação dos profissionais da área de música, tornando-os aptos a gerar e difundir o conhecimento de maneira a contribuir de forma crítica e inovadora para o desenvolvimento de uma classe profissional capacitada no âmbito artístico, científico, educacional e social, e em condições de inserir-se de forma qualificada e criativa na sociedade.
“Trovadores caipiras” entram em ação no III Torneio Estadual de Cururu
Competição será realizada no Teatro Procópio Ferreira nos dias 17, 18 e 19, com entrada franca
A novidade para a edição deste ano será o endereço da competição: o Teatro Procópio Ferreira, que ficou mais de 30 anos sem receber os desafiadores, afinados cantores e violeiros. O torneio é uma das três ações do Festival de MPB, sob a temática “Raiz e Tradição”, com a coordenação do artista e produtor Jaime Pinheiro.
A alteração do local é uma forma de valorização da tradição – os dois primeiros torneios foram realizados na praça da Concha Acústica de Tatuí. Para que os “trovadores” se acostumassem ao novo espaço, dentro do teatro, o Conservatório de Tatuí promoveu duas rodadas de “Esquenta Cururu”.
“Todos se sentiram à vontade, pois estão habituados a tocar em lanchonetes, igrejas, quermesses, bares, chácaras e fazendas. Não seria um palco que os intimidaria, pelo contrário: ficaram bem mais à vontade com uma amplificação bem feita, a plateia observando e torcendo como sempre, porém com a atenção concentrada nos artistas”, explicou Henrique Autran Dourado, diretor-executivo do Conservatório de Tatuí e idealizador do evento.
O Torneio Estadual de Cururu visa a estimular a difusão do Cururu no Estado de São Paulo e pretende integrar os cururueiros e promover o intercâmbio entre eles. Outro objetivo é multiplicar o conhecimento e a divulgação da cultura popular paulista, como forma legítima de expressão da música caipira, a ser preservada em nome da manifestação popular brasileira.
As cidades selecionadas para a primeira eliminatória, no dia 17, são: Botucatu (Dito Moraes e Valdir Boiadeiro), Agudos (João de Lima e Belão), Porto Feliz (Nardinho e Gilmar Ignácio) e Cesário Lange (Zezão Neto e Zé Vitanca). No dia 18, disputam representantes do município de Pardinho (João Zarias e Limo Jacinto), Tatuí (Zacarias Camargo e José Pinto), São Manuel (Celso Martins e Maçarico) e Votorantim (Andinho Soares e Arlindo). Os vencedores de cada dia se enfrentam na finalíssima, no dia 19.
Um júri formado por três pessoas de notório saber e efetiva militância no campo da arte popular serão responsáveis pelo julgamento dos embates. A bancada deverá avaliar itens como “Abertura”, “Interpretação”, “Afinação”, “Ritmo/Entrosamento com o violeiro” e “Presteza na resposta e na sequência do tema sorteado/ Respeito ao tempo delimitado”.
A dupla classificada em primeiro lugar receberá R$ 1 mil. Prêmios de R$ 800, R$ 600 e R$ 400 serão oferecidos às duplas que terminarem em 2º, 3º e 4º lugar, respectivamente. As quatro finalistas também receberão uma ajuda de custo de R$ 500. Todas as duplas ganharão troféus. O Troféu “Pedro Chiquito”, em homenagem a importante cururueiro, será designado pela comissão julgadora. Na última edição, a dupla Moacir Siqueira e João Mazzero (de Piracicaba) foi a grande campeã do torneio.
Cururu
O Cururu é uma das manifestações mais importantes da tradição caipira e tem sua raiz na região do Médio Tietê. As cidades dos cururueiros são Sorocaba, Piracicaba, Votorantim, Piedade, Pilar do Sul, Laranjal Paulista, Araçoiaba da Serra, Itapetininga, Angatuba, Conchas, Pereiras, Porto Feliz, Tietê, Porangaba, Cesário Lange, Boituva, Cerquilho, Tatuí, Itu, Capela do Alto, entre outras.
Os desafios deste estilo de música caipira são bastante informais, ocasionalmente levando em conta as características pessoais. Figura que foge à regra é Andinho Soares, 35, de Votorantim. Cavanhaque, brinco na orelha e tatuagens pelo corpo geralmente não são o estilo dos curureiros, mas, para ele, isso é diferente. Andinho participou do “esquenta” e volta para o torneio. Para ele, o importante é saber “jogar” com as rimas.
“Como eu tenho um visual diferente, todos queriam me ver. E, quando subi no palco, acabaram gostando e eu fui pegando o jeito. Cururu é um aprendizado que nunca termina”, explicou. “Sou roqueiro, mas comecei a escutar cururu com o meu avô. Um dia, faltou um para o desafio e eu fui chamado. Agora sempre participo das rodas de cururu”, completou.
As rimas devem seguir regras específicas: por exemplo, os cantores devem sempre rimar as palavras com as últimas sílabas iguais – essas rimas são denominadas de “carreiras”. No entanto, as palavras seguem sua sonoridade popular. O tema é escolhido pelos próprios cururueiros. “Para mim é fácil, mas não são todas as pessoas que conseguem improvisar. No cururu não existe professor, tem que ter o dom. Você precisa conhecer a Bíblia, geografia, história e muitos outros temas. Por isso, existem apenas quatro curureiros profissionais no Brasil”, contou Manezinho Moreira, 76 anos, que já excursionou por mais de 100 cidades da França devido ao cururu.
Concurso de construção de viola caipira
Na segunda rodada do “Esquenta Cururu”, uma inovação aplicada pelo diretor-executivo do Conservatório de Tatuí foi anunciada para o próximo ano: a quarta edição do já consagrado Concurso Nacional de Luteria “Enzo Bertelli” será realizada na modalidade Viola Caipira.
A categoria é mais uma ação que visa à contemplação da cultura de raiz. No concurso, lutiers deverão enviar suas violas para avaliação e premiação em dinheiro – tal qual ocorreu nas três edições anteriores do concurso, quando as categorias foram “violino” e “violão”.
“A viola caipira é conhecida genericamente como viola de arame e tem dezenas de denominações, a depender da região: viola buriti, viola cabocla, viola cantadeira, viola de feira, viola nordestina, viola sertaneja e, na local, chamada caipira. Existem no Brasil grandes artesãos que precisam também ser valorizados e, como cada biênio o Concurso de Luteria contempla uma área – já tendo sido tema o violino e o violão -, nada mais justo do que mostrar este belo trabalho, entrosando-o com a festa do Cururu”, finalizou Autran Dourado.
Diário de Tatuí. Porque Você Precisa Saber
Os “trovadores caipiras” estão de volta à Tatuí e ocuparão o mais privilegiado espaço da música erudita com o III Torneio Estadual de Cururu, promovido pelo Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura e Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos. Os desafios à moda de viola são uma das mais importantes tradições do interior de São Paulo e acontecem nos dia 17, 18 e 19 de novembro, sempre às 16h.
A novidade para a edição deste ano será o endereço da competição: o Teatro Procópio Ferreira, que ficou mais de 30 anos sem receber os desafiadores, afinados cantores e violeiros. O torneio é uma das três ações do Festival de MPB, sob a temática “Raiz e Tradição”, com a coordenação do artista e produtor Jaime Pinheiro.
A alteração do local é uma forma de valorização da tradição – os dois primeiros torneios foram realizados na praça da Concha Acústica de Tatuí. Para que os “trovadores” se acostumassem ao novo espaço, dentro do teatro, o Conservatório de Tatuí promoveu duas rodadas de “Esquenta Cururu”.
“Todos se sentiram à vontade, pois estão habituados a tocar em lanchonetes, igrejas, quermesses, bares, chácaras e fazendas. Não seria um palco que os intimidaria, pelo contrário: ficaram bem mais à vontade com uma amplificação bem feita, a plateia observando e torcendo como sempre, porém com a atenção concentrada nos artistas”, explicou Henrique Autran Dourado, diretor-executivo do Conservatório de Tatuí e idealizador do evento.
O Torneio Estadual de Cururu visa a estimular a difusão do Cururu no Estado de São Paulo e pretende integrar os cururueiros e promover o intercâmbio entre eles. Outro objetivo é multiplicar o conhecimento e a divulgação da cultura popular paulista, como forma legítima de expressão da música caipira, a ser preservada em nome da manifestação popular brasileira.
As cidades selecionadas para a primeira eliminatória, no dia 17, são: Botucatu (Dito Moraes e Valdir Boiadeiro), Agudos (João de Lima e Belão), Porto Feliz (Nardinho e Gilmar Ignácio) e Cesário Lange (Zezão Neto e Zé Vitanca). No dia 18, disputam representantes do município de Pardinho (João Zarias e Limo Jacinto), Tatuí (Zacarias Camargo e José Pinto), São Manuel (Celso Martins e Maçarico) e Votorantim (Andinho Soares e Arlindo). Os vencedores de cada dia se enfrentam na finalíssima, no dia 19.
Um júri formado por três pessoas de notório saber e efetiva militância no campo da arte popular serão responsáveis pelo julgamento dos embates. A bancada deverá avaliar itens como “Abertura”, “Interpretação”, “Afinação”, “Ritmo/Entrosamento com o violeiro” e “Presteza na resposta e na sequência do tema sorteado/ Respeito ao tempo delimitado”.
A dupla classificada em primeiro lugar receberá R$ 1 mil. Prêmios de R$ 800, R$ 600 e R$ 400 serão oferecidos às duplas que terminarem em 2º, 3º e 4º lugar, respectivamente. As quatro finalistas também receberão uma ajuda de custo de R$ 500. Todas as duplas ganharão troféus. O Troféu “Pedro Chiquito”, em homenagem a importante cururueiro, será designado pela comissão julgadora. Na última edição, a dupla Moacir Siqueira e João Mazzero (de Piracicaba) foi a grande campeã do torneio.
Cururu
O Cururu é uma das manifestações mais importantes da tradição caipira e tem sua raiz na região do Médio Tietê. As cidades dos cururueiros são Sorocaba, Piracicaba, Votorantim, Piedade, Pilar do Sul, Laranjal Paulista, Araçoiaba da Serra, Itapetininga, Angatuba, Conchas, Pereiras, Porto Feliz, Tietê, Porangaba, Cesário Lange, Boituva, Cerquilho, Tatuí, Itu, Capela do Alto, entre outras.
Os desafios deste estilo de música caipira são bastante informais, ocasionalmente levando em conta as características pessoais. Figura que foge à regra é Andinho Soares, 35, de Votorantim. Cavanhaque, brinco na orelha e tatuagens pelo corpo geralmente não são o estilo dos curureiros, mas, para ele, isso é diferente. Andinho participou do “esquenta” e volta para o torneio. Para ele, o importante é saber “jogar” com as rimas.
“Como eu tenho um visual diferente, todos queriam me ver. E, quando subi no palco, acabaram gostando e eu fui pegando o jeito. Cururu é um aprendizado que nunca termina”, explicou. “Sou roqueiro, mas comecei a escutar cururu com o meu avô. Um dia, faltou um para o desafio e eu fui chamado. Agora sempre participo das rodas de cururu”, completou.
As rimas devem seguir regras específicas: por exemplo, os cantores devem sempre rimar as palavras com as últimas sílabas iguais – essas rimas são denominadas de “carreiras”. No entanto, as palavras seguem sua sonoridade popular. O tema é escolhido pelos próprios cururueiros. “Para mim é fácil, mas não são todas as pessoas que conseguem improvisar. No cururu não existe professor, tem que ter o dom. Você precisa conhecer a Bíblia, geografia, história e muitos outros temas. Por isso, existem apenas quatro curureiros profissionais no Brasil”, contou Manezinho Moreira, 76 anos, que já excursionou por mais de 100 cidades da França devido ao cururu.
Concurso de construção de viola caipira
Na segunda rodada do “Esquenta Cururu”, uma inovação aplicada pelo diretor-executivo do Conservatório de Tatuí foi anunciada para o próximo ano: a quarta edição do já consagrado Concurso Nacional de Luteria “Enzo Bertelli” será realizada na modalidade Viola Caipira.
A categoria é mais uma ação que visa à contemplação da cultura de raiz. No concurso, lutiers deverão enviar suas violas para avaliação e premiação em dinheiro – tal qual ocorreu nas três edições anteriores do concurso, quando as categorias foram “violino” e “violão”.
“A viola caipira é conhecida genericamente como viola de arame e tem dezenas de denominações, a depender da região: viola buriti, viola cabocla, viola cantadeira, viola de feira, viola nordestina, viola sertaneja e, na local, chamada caipira. Existem no Brasil grandes artesãos que precisam também ser valorizados e, como cada biênio o Concurso de Luteria contempla uma área – já tendo sido tema o violino e o violão -, nada mais justo do que mostrar este belo trabalho, entrosando-o com a festa do Cururu”, finalizou Autran Dourado.
Diário de Tatuí. Porque Você Precisa Saber
VEREADOR ANUNCIA R$ 500 MIL PARA SANTA CASA DE TATUÍ
PMDB pode lançar Manu candidato à Prefeitura de Tatuí
É o que garante o ex-vereador Dirceu Pires de Camargo, atualmente filiado ao PT. Dirceu desistiu do apoio a Borssato e poderá reforçar o apoio do PT à candidatura de Manu. O PT pretende aumentar sua bancada na Câmara Municipal. Hoje, a legenda tem apenas o vereador Vicente Menezes. Em 2012 poderá ter o reforço do ex-vereador Oswaldo Laranjeira Filho, Dirceu Pires de Camargo, Hélio de Barros e José Rubens do Amaral Lincoln, entre outros. Lincoln parece ser o preferido para disputar a Prefeitura, caso não saia acordo com o PMDB.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Suspeito de estrangular companheira em Tatuí é preso em Rio Claro
Ele dirigia o carro da companheira de 65 anos.
O homem também levava com vários papelotes de cocaína.
Foi preso na tarde desta quinta-feira (10), o homem suspeito de estrangular a companheira, em Tatuí. José Marcos de Oliveira, de 41 anos, foi encontrado numa blitz de trânsito, em Rio Claro, região de São Carlos. Ele dirigia o carro da companheira, Maria Aparecida Gonçalves, de 65 anos, e estava com os documentos dela.
Oliveira também levava com vários papelotes de cocaína. Ele, o amigo Vagner Vieira Pinto, de 27 anos, e um adolescente foram até a casa da mulher pegar objetos para trocar por drogas. A idosa tentou evitar e foi morta após uma discussão.
Segundo os médicos, Maria Aparecida teve um infarto ao ser estrangulada e, por isso, o crime demorou a ser esclarecido. Após a prisão de José Marcos, Vagner se apresentou à Delegacia de Tatuí e confessou o crime. Por enquanto, ele responde em liberdade.
José Marcos foi encaminhado para a penitenciária de Rio Claro. Além do crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte, ele vai responder por tráfico de drogas. As penas somadas variam de cinco a trinta anos de prisão. A polícia ainda procura pelo adolescente.
O homem também levava com vários papelotes de cocaína.
Da Redação / TV Tem
Foi preso na tarde desta quinta-feira (10), o homem suspeito de estrangular a companheira, em Tatuí. José Marcos de Oliveira, de 41 anos, foi encontrado numa blitz de trânsito, em Rio Claro, região de São Carlos. Ele dirigia o carro da companheira, Maria Aparecida Gonçalves, de 65 anos, e estava com os documentos dela.
Oliveira também levava com vários papelotes de cocaína. Ele, o amigo Vagner Vieira Pinto, de 27 anos, e um adolescente foram até a casa da mulher pegar objetos para trocar por drogas. A idosa tentou evitar e foi morta após uma discussão.
Segundo os médicos, Maria Aparecida teve um infarto ao ser estrangulada e, por isso, o crime demorou a ser esclarecido. Após a prisão de José Marcos, Vagner se apresentou à Delegacia de Tatuí e confessou o crime. Por enquanto, ele responde em liberdade.
José Marcos foi encaminhado para a penitenciária de Rio Claro. Além do crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte, ele vai responder por tráfico de drogas. As penas somadas variam de cinco a trinta anos de prisão. A polícia ainda procura pelo adolescente.
Diário de Tatuí. Porque Você Precisa Saber
Vicentão volta a falar das despesas da Prefeitura com aluguéis
O vereador Vicente Menezes, o Vicentão (PT) voltou a criticar, pelo Twitter, os gastos do prefeito Luiz Gonzaga Vieira de Camargo (PSDB) com aluguéis de imóveis e automóveis. Em dois twittes, indagou: "Você sabia que a Prefeitura de Tatui gasta aproximadamente 160 mil reais por mês com aluguéis de veículos? Você sabia que a Prefeitura de Tatui gasta aproximadamente 50 mil por mês com aluguéis de imóveis?"
Diário de Tatuí. Porque Você Precisa Saber
OFICIAIS DE JUSTIÇA DE TATUÍ VISITAM A SEDE DA AOJESP
- Por muitos e muitos anos somente os dois cumpriam todos os mandados na Comarca,
- Um deles chegou a diligenciar em lugares tão difíceis que só poderiam localizar endereços a cavalo,
- Os jovens juízes que chegavam se orientavam em seu trabalho pelos ensinamentos dos Oficiais de Justiça.
Aposentados que estão, fazem piadas por todas as situações complexas pelas quais passaram, nunca tendo a ajuda de qualquer juiz que em suas diligencias complicadas, porém, quando solicitados, muito ensinaram a esses magistrados.
Diário de Tatuí. Porque Você Precisa Saber
Vera Holtz degusta em lançamento de livro de culinária
Guilherme Torres, Henrique Fogaça e Vera Holtz. Divulgação/Design Gourmet
Da Redação vivabem@band.com.br
O livro "Design Gourmet", obra organizada por Luiz Felipe Helde Aranha Moura, com textos de Maiá Mendonça e fotos de Gabriel Matarazzo, reúne artes da arquitetura e da culinária e garante que a cozinha não é mais o ambiente "fétido, escuro e imundo" que costumava ser nos fundos dos quintais durante a Idade Média.
Lançado pela editora Magma Cultural mostra o trabalho de arquitetos renomados, modelos de elegância e os mais competentes chefs para mostrar como beleza e elegância também podem estar presentes na cozinha.
Descontraído, o conteúdo mostra a evolução da arte de cozinhar desde a Idade da Pedra até os dias de hoje. A descoberta do fogo, os hábitos alimentares de gregos, egípcios e romanos, a disposição da cozinha dentro das casas e as transformações com a chegada da eletricidade e dos eletrodomésticos são alguns temas abordados.
Baseado no conceito de apresentar sempre um arquiteto com um chef de cozinha e mais personalidades, o livro não esquece de fornecer as receitas dos pratos e também as informações sobre a decoração dos espaços. Vera Holtz degustou as delícias de Henrique Fogaça na cozinha criada com a criatividade de Guilherme Torres.
Além disso, há também um pouco sobre a cozinha modular flexível até os dias atuais com enfoque mundial e Brasil.
O livro "Design Gourmet", obra organizada por Luiz Felipe Helde Aranha Moura, com textos de Maiá Mendonça e fotos de Gabriel Matarazzo, reúne artes da arquitetura e da culinária e garante que a cozinha não é mais o ambiente "fétido, escuro e imundo" que costumava ser nos fundos dos quintais durante a Idade Média.
Lançado pela editora Magma Cultural mostra o trabalho de arquitetos renomados, modelos de elegância e os mais competentes chefs para mostrar como beleza e elegância também podem estar presentes na cozinha.
Descontraído, o conteúdo mostra a evolução da arte de cozinhar desde a Idade da Pedra até os dias de hoje. A descoberta do fogo, os hábitos alimentares de gregos, egípcios e romanos, a disposição da cozinha dentro das casas e as transformações com a chegada da eletricidade e dos eletrodomésticos são alguns temas abordados.
Baseado no conceito de apresentar sempre um arquiteto com um chef de cozinha e mais personalidades, o livro não esquece de fornecer as receitas dos pratos e também as informações sobre a decoração dos espaços. Vera Holtz degustou as delícias de Henrique Fogaça na cozinha criada com a criatividade de Guilherme Torres.
Além disso, há também um pouco sobre a cozinha modular flexível até os dias atuais com enfoque mundial e Brasil.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Estudante tatuiana conquista título da Maratona Nacional de Química
Ana Beatriz Catel venceu provas realizadas em outubro no Maranhão
Do jornal O PROGRESSO DE TATUÍ - A tatuiana Ana Beatriz Catel figura entre os estudantes de maior destaque em química do Brasil. Em outubro, a aluna do 3º ano do ensino médio do Colégio Bem-Me-Quer/Positivo venceu, pelo segundo ano consecutivo, a Maratona Nacional de Química. O evento realizado na cidade de São Luis, no Maranhão, integrou as atividades do 51º Congresso Nacional de Química.
A competição reuniu 42 estudantes do ensino médio de todo o Brasil. Além de Ana Beatriz, competiram mais dois alunos do Estado de São Paulo. Para participar da final nacional, os estudantes precisaram produzir uma redação, neste ano com o tema “Meio Ambiente e Energia” (temática do congresso). A participação na maratona é aberta a todas as escolas brasileiras e os melhores trabalhos foram classificados para a final.
Durante o trabalho de redação, Ana Beatriz contou com a colaboração do professor de química, Carlos Alberto Pereira Domingues, e de Fernanda Junqueira, professora de língua portuguesa. Em 2010, ela sagrou-se campeã na mesma maratona, realizada em Cuiabá, no Mato Grosso.
Neste ano, Ana Beatriz foi a única aluna da escola a participar da seleção e, por isso, Domingues destaca a importância da conquista dela. Na opinião dele, o prêmio na maratona motiva o estudo da disciplina e desmistifica a química. “Ainda existe certo preconceito, de alunos de fora que não participam, de que isso é para ‘nerds’. Mas isso me causa estranheza, porque o conhecimento deveria ser valorizado e não tratado de forma pejorativa”, disse.
A prova deste ano, na qual a aluna tatuiana tornou-se bicampeã, consistiu em três etapas semelhantes. Realizadas em um laboratório, cada uma delas teve a apresentação de um experimento, por meio de vídeo, com tempo de dez minutos. Ao final de cada exibição, os competidores responderam dez questões relacionadas ao assunto exposto.
Ana Beatriz conta que antes de entrar no laboratório conheceu três alunos que também participaram da prova. “Eles eram do 1º ano, mas conversando com eles percebi que sabiam bastante sobre química”, comenta. No entanto, com o passar do tempo, ela pôde perceber que tinha boas chances. “Depois que terminava cada etapa, alguns comentavam que tinham ido bem, outros faziam aquelas caras de quem não sabia nada”.
O resultado da maratona foi divulgado no último dia do congresso. Antes disso, Ana Beatriz aproveitou para conhecer a cidade de São Luís, famosa por suas atrações turísticas. Acompanhada pelo pai, ela visitou o Centro Histórico da capital e os Lençóis Maranhenses. Os passeios, porém, não puderam se estender muito, pois a aluna aproveitou para assistir algumas palestras do congresso.
Satisfeita com o desempenho e o reconhecimento obtido, a aluna tatuiana ressalta, entretanto, que a disputa teve a participação de poucas pessoas. “Se tivesse mais gente, a disputa seria mais difícil. Eu acho que mais pessoas deveriam participar”, afirma. Ela atribuiu à distância uma das principais causas da baixa procura. “Como tem que viajar, é longe, algumas pessoas não se interessam ou não podem arcar com os custos”.
Na opinião de Maria do Carmo de Moraes Rocha, coordenadora do Colégio Bem-Me-Quer/Positivo, a aluna está sendo modesta. “Eu acho que mesmo que tivessem muitos participantes, ela seria vencedora, porque ela tem um potencial muito grande”, argumenta. Para ela, os participantes que estavam lá (na maratona) eram de um nível de conhecimento muito alto. “Quando ela (Ana Beatriz) entra em algum concurso, a gente já espera por alguma premiação”.
Tomando os devidos cuidados para não “expor” a aluna, a coordenadora afirma que Ana Beatriz serve de exemplo na escola. “Por ela ter esse direcionamento, por saber o que quer, por ter responsabilidade. Você não precisa dizer para ela estudar, ou lembrá-la dos compromissos que ela tem”, explica Maria.
Além do ensino médio, atualmente, Ana Beatriz cursa química na Etec (Escola Técnica) “Salles Gomes”. Ela conta que começou o curso para poder decidir se gostaria de seguir na área (de química) mais tarde, ou não. “Agora já estou terminando, é uma formação a mais e acabei me decidindo. Vou fazer faculdade de química no ano que vem”, conta a jovem estudante.
Do jornal O PROGRESSO DE TATUÍ - A tatuiana Ana Beatriz Catel figura entre os estudantes de maior destaque em química do Brasil. Em outubro, a aluna do 3º ano do ensino médio do Colégio Bem-Me-Quer/Positivo venceu, pelo segundo ano consecutivo, a Maratona Nacional de Química. O evento realizado na cidade de São Luis, no Maranhão, integrou as atividades do 51º Congresso Nacional de Química.
A competição reuniu 42 estudantes do ensino médio de todo o Brasil. Além de Ana Beatriz, competiram mais dois alunos do Estado de São Paulo. Para participar da final nacional, os estudantes precisaram produzir uma redação, neste ano com o tema “Meio Ambiente e Energia” (temática do congresso). A participação na maratona é aberta a todas as escolas brasileiras e os melhores trabalhos foram classificados para a final.
Durante o trabalho de redação, Ana Beatriz contou com a colaboração do professor de química, Carlos Alberto Pereira Domingues, e de Fernanda Junqueira, professora de língua portuguesa. Em 2010, ela sagrou-se campeã na mesma maratona, realizada em Cuiabá, no Mato Grosso.
Neste ano, Ana Beatriz foi a única aluna da escola a participar da seleção e, por isso, Domingues destaca a importância da conquista dela. Na opinião dele, o prêmio na maratona motiva o estudo da disciplina e desmistifica a química. “Ainda existe certo preconceito, de alunos de fora que não participam, de que isso é para ‘nerds’. Mas isso me causa estranheza, porque o conhecimento deveria ser valorizado e não tratado de forma pejorativa”, disse.
A prova deste ano, na qual a aluna tatuiana tornou-se bicampeã, consistiu em três etapas semelhantes. Realizadas em um laboratório, cada uma delas teve a apresentação de um experimento, por meio de vídeo, com tempo de dez minutos. Ao final de cada exibição, os competidores responderam dez questões relacionadas ao assunto exposto.
Ana Beatriz conta que antes de entrar no laboratório conheceu três alunos que também participaram da prova. “Eles eram do 1º ano, mas conversando com eles percebi que sabiam bastante sobre química”, comenta. No entanto, com o passar do tempo, ela pôde perceber que tinha boas chances. “Depois que terminava cada etapa, alguns comentavam que tinham ido bem, outros faziam aquelas caras de quem não sabia nada”.
O resultado da maratona foi divulgado no último dia do congresso. Antes disso, Ana Beatriz aproveitou para conhecer a cidade de São Luís, famosa por suas atrações turísticas. Acompanhada pelo pai, ela visitou o Centro Histórico da capital e os Lençóis Maranhenses. Os passeios, porém, não puderam se estender muito, pois a aluna aproveitou para assistir algumas palestras do congresso.
Satisfeita com o desempenho e o reconhecimento obtido, a aluna tatuiana ressalta, entretanto, que a disputa teve a participação de poucas pessoas. “Se tivesse mais gente, a disputa seria mais difícil. Eu acho que mais pessoas deveriam participar”, afirma. Ela atribuiu à distância uma das principais causas da baixa procura. “Como tem que viajar, é longe, algumas pessoas não se interessam ou não podem arcar com os custos”.
Na opinião de Maria do Carmo de Moraes Rocha, coordenadora do Colégio Bem-Me-Quer/Positivo, a aluna está sendo modesta. “Eu acho que mesmo que tivessem muitos participantes, ela seria vencedora, porque ela tem um potencial muito grande”, argumenta. Para ela, os participantes que estavam lá (na maratona) eram de um nível de conhecimento muito alto. “Quando ela (Ana Beatriz) entra em algum concurso, a gente já espera por alguma premiação”.
Tomando os devidos cuidados para não “expor” a aluna, a coordenadora afirma que Ana Beatriz serve de exemplo na escola. “Por ela ter esse direcionamento, por saber o que quer, por ter responsabilidade. Você não precisa dizer para ela estudar, ou lembrá-la dos compromissos que ela tem”, explica Maria.
Além do ensino médio, atualmente, Ana Beatriz cursa química na Etec (Escola Técnica) “Salles Gomes”. Ela conta que começou o curso para poder decidir se gostaria de seguir na área (de química) mais tarde, ou não. “Agora já estou terminando, é uma formação a mais e acabei me decidindo. Vou fazer faculdade de química no ano que vem”, conta a jovem estudante.
Publicado no jornal O Progresso de Tatuí, edição de 09.11.2011 (hoje!)
Justiça anula multas aplicadas em Tatuí
Acórdão prevê devolução de valores somados entre outubro/2003 e fevereiro/2004
Do jornal O PROGRESSO DE TATUÍ - Juízes da 5ª Câmara de Direito Público do TJ (Tribunal de Justiça) do Estado de São Paulo concederam, no mês passado, parecer parcialmente favorável à ação popular movida por Sílvio Martos contra a Prefeitura de Tatuí. Nela, o tatuiano pede o cancelamento de todas as multas de trânsito aplicadas contra motoristas no município entre os meses de outubro de 2003 e fevereiro de 2004, por conta dos radares móveis, também conhecidos como “pardais eletrônicos”.
O acórdão da ação teve publicação no dia 10 de outubro, sendo assinado pelo juiz relator Fermino Magnani Filho. Na sentença da apelação, os magistrados concederam provimento parcial ao apelo do autor. A ação havia sido impetrada no ano de 2004. Na ocasião, Martos alegou que a aplicação das multas estaria irregular e feriria dois artigos da resolução 146 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), órgão que normatiza a operação de radares.
A falta de um estudo técnico anterior ao início da operação dos equipamentos era o principal argumento do advogado Cesar Augustus Mazzoni, responsável pela ação, e do despachante Martos, de quem partiu a iniciativa de contestar, na Justiça, a aplicação das multas. “Na época da gestão do então prefeito Ademir Borssato, o Executivo começou a operar os radares irregularmente”, comentou o defensor.
O objeto da discórdia, segundo ele, seria o fato de que a Prefeitura não havia feito um estudo técnico para a implantação dos radares. O estudo, de acordo com o advogado, é previsto na própria resolução do Contran.
“A resolução, aliás, continua em vigência”, explicou Mazzoni. Segundo ele, o estudo é utilizado para justificar a presença dos radares nas vias. Nele, é preciso constar informações sobre velocidade, fluxo de veículos, de pedestres, entre outros dados.
Além do estudo, os equipamentos em operação na cidade, conforme Mazzoni, não haviam sido inspecionados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), como determina o conselho. Os pardais passaram, então, de acordo com o advogado, a funcionar irregularmente na Avenida das Mangueiras e nas ruas Santa Cruz e 11 de Agosto, próximo ao acesso da Rodovia Antônio Romano Schincariol (SP-127). “Naquela época, naquele local, não havia um trevo. Então, praticamente, o radar ficava na faixa de desaceleração de quem vinha pela rodovia”, comentou.
As multas, também conforme Mazzoni, começaram a ser aplicadas “indiscriminadamente”. Na ocasião, o despachante Martos havia relatado aumento no número de clientes desde o início da operação dos radares. Segundo informou ele a O Progresso, em 2004, mais de 20 pessoas procuravam seu escritório, diariamente, para tentar recursos contra as multas. O despachante havia calculado, no início daquele ano, que o número de multas aplicadas por conta dos equipamentos chegava a 24 mil na cidade.
Em 2004, as multas custavam R$ 127,69 para motoristas que excediam em até 20% o limite de velocidade (até então estipulado em 40 km/h) e R$ 564,85 para quem dirigia a mais de 20% do limite permitido – neste caso, o motorista ainda teria a carteira suspensa por dois meses. Os radares eram acionados nas principais vias da cidade, entre elas, a São Carlos e a Pompeo Realli.
Com a decisão, o TJ determinou não só a anulação das multas, mas a devolução do dinheiro para quem as pagou, com juros e correção. A multa mais alta aplicada na época, a de R$ 564,85, corrigida para os dias atuais chega a R$ 1.382,54, segundo informou Mazzoni.
“Hoje, se a Prefeitura fosse devolver, teria de ser esse valor”, comentou. A multa de R$ 127,69, a mais comum, corrigida, chega a R$ 307,22. “Agora, multiplique isso por ‘x’ pessoas. É muita coisa, até porque não sabemos quantos motoristas foram lesados”, disse.
BRIGA NOS TRIBUNAIS
A ação popular, movida em 2004, teve trâmite demorado por conta de uma briga nos tribunais que começou a partir do indeferimento feito em primeira instância, em Tatuí. “Na ocasião, o magistrado local simplesmente indeferiu a ação. Ele falou que ela não tinha os requisitos para o processo ir para frente”, contou Mazzoni.
O advogado recorreu junto ao TJ, em segunda instância, que determinou a continuidade do processo. Ao retornar para Tatuí, a ação popular passou por nova análise. “Na ocasião, a Prefeitura foi intimada e juntou todos os documentos, mais os estudos técnicos”, relatou o defensor. Foi então que a Justiça local indeferiu novamente a ação. “O juiz alegou que a Prefeitura havia feito um estudo técnico”, disse Mazzoni.
O advogado, como contraponto, argumentou que o estudo apresentado era datado de fevereiro de 2004. “O radar começou a operar em 2003, estando ilegal e irregular”, destacou. Após a sentença em primeira instância, Mazzoni recorreu ao TJ, novamente, obtendo, no mês passado, parecer parcialmente favorável.
A decisão em segunda instância, cujo julgamento teve a participação dos desembargadores Franco Cocuzza (presidente sem voto), Francisco Bianco e Maria Laura Tavares, abrange a anulação das multas aplicadas pelo município, em função dos radares móveis, no período de 21 de outubro de 2003 a 20 de fevereiro de 2004. “Esta é a faixa de tempo que o radar começou a operar, mas que não tinha estudo técnico”, argumentou o advogado.
Mazzoni destacou, ainda, que o Executivo protocolou um estudo técnico, que validaria a utilização dos pardais eletrônicos em Tatuí, junto ao Detran (Departamento de Trânsito), do Estado de São Paulo, no dia 20 de fevereiro de 2004. “Por conta disto, o TJ mandou anular todas as multas do período anterior”, disse.
A Prefeitura pode recorrer, mas, segundo Mazzoni, “dificilmente isto deve acontecer”. “Acredito que seja difícil, porque Brasília não analisa recurso que depende de prova. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) só analisa recursos que violem lei. Neste caso, para Brasília reverter, eles teriam que analisar todos os documentos. E isto os juízes de Brasília não fazem”, comentou.
Mazzoni não soube quantificar o número de multas que devem ser anuladas com a decisão. O defensor explicou que a municipalidade não havia, na época da ação popular, informado a quantidade de multas emitidas no período especificado.
O advogado também destacou que motoristas que receberam, no período de outubro de 2003 a fevereiro de 2004, multas por conta dos radares móveis e que não estejam elencados na ação também podem ser beneficiados com a decisão e ter o valor pago devolvido. “Se o motorista tiver a multa guardada e um comprovante de pagamento, é só se habilitar no processo”, disse.
A Prefeitura, procurada pela reportagem, informou que encaminhará o caso para análise dos defensores públicos do município. O Executivo adiantou que deve aguardar instruções para se pronunciar se vai ou não recorrer da sentença.
Do jornal O PROGRESSO DE TATUÍ - Juízes da 5ª Câmara de Direito Público do TJ (Tribunal de Justiça) do Estado de São Paulo concederam, no mês passado, parecer parcialmente favorável à ação popular movida por Sílvio Martos contra a Prefeitura de Tatuí. Nela, o tatuiano pede o cancelamento de todas as multas de trânsito aplicadas contra motoristas no município entre os meses de outubro de 2003 e fevereiro de 2004, por conta dos radares móveis, também conhecidos como “pardais eletrônicos”.
O acórdão da ação teve publicação no dia 10 de outubro, sendo assinado pelo juiz relator Fermino Magnani Filho. Na sentença da apelação, os magistrados concederam provimento parcial ao apelo do autor. A ação havia sido impetrada no ano de 2004. Na ocasião, Martos alegou que a aplicação das multas estaria irregular e feriria dois artigos da resolução 146 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), órgão que normatiza a operação de radares.
A falta de um estudo técnico anterior ao início da operação dos equipamentos era o principal argumento do advogado Cesar Augustus Mazzoni, responsável pela ação, e do despachante Martos, de quem partiu a iniciativa de contestar, na Justiça, a aplicação das multas. “Na época da gestão do então prefeito Ademir Borssato, o Executivo começou a operar os radares irregularmente”, comentou o defensor.
O objeto da discórdia, segundo ele, seria o fato de que a Prefeitura não havia feito um estudo técnico para a implantação dos radares. O estudo, de acordo com o advogado, é previsto na própria resolução do Contran.
“A resolução, aliás, continua em vigência”, explicou Mazzoni. Segundo ele, o estudo é utilizado para justificar a presença dos radares nas vias. Nele, é preciso constar informações sobre velocidade, fluxo de veículos, de pedestres, entre outros dados.
Além do estudo, os equipamentos em operação na cidade, conforme Mazzoni, não haviam sido inspecionados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), como determina o conselho. Os pardais passaram, então, de acordo com o advogado, a funcionar irregularmente na Avenida das Mangueiras e nas ruas Santa Cruz e 11 de Agosto, próximo ao acesso da Rodovia Antônio Romano Schincariol (SP-127). “Naquela época, naquele local, não havia um trevo. Então, praticamente, o radar ficava na faixa de desaceleração de quem vinha pela rodovia”, comentou.
As multas, também conforme Mazzoni, começaram a ser aplicadas “indiscriminadamente”. Na ocasião, o despachante Martos havia relatado aumento no número de clientes desde o início da operação dos radares. Segundo informou ele a O Progresso, em 2004, mais de 20 pessoas procuravam seu escritório, diariamente, para tentar recursos contra as multas. O despachante havia calculado, no início daquele ano, que o número de multas aplicadas por conta dos equipamentos chegava a 24 mil na cidade.
Em 2004, as multas custavam R$ 127,69 para motoristas que excediam em até 20% o limite de velocidade (até então estipulado em 40 km/h) e R$ 564,85 para quem dirigia a mais de 20% do limite permitido – neste caso, o motorista ainda teria a carteira suspensa por dois meses. Os radares eram acionados nas principais vias da cidade, entre elas, a São Carlos e a Pompeo Realli.
Com a decisão, o TJ determinou não só a anulação das multas, mas a devolução do dinheiro para quem as pagou, com juros e correção. A multa mais alta aplicada na época, a de R$ 564,85, corrigida para os dias atuais chega a R$ 1.382,54, segundo informou Mazzoni.
“Hoje, se a Prefeitura fosse devolver, teria de ser esse valor”, comentou. A multa de R$ 127,69, a mais comum, corrigida, chega a R$ 307,22. “Agora, multiplique isso por ‘x’ pessoas. É muita coisa, até porque não sabemos quantos motoristas foram lesados”, disse.
BRIGA NOS TRIBUNAIS
A ação popular, movida em 2004, teve trâmite demorado por conta de uma briga nos tribunais que começou a partir do indeferimento feito em primeira instância, em Tatuí. “Na ocasião, o magistrado local simplesmente indeferiu a ação. Ele falou que ela não tinha os requisitos para o processo ir para frente”, contou Mazzoni.
O advogado recorreu junto ao TJ, em segunda instância, que determinou a continuidade do processo. Ao retornar para Tatuí, a ação popular passou por nova análise. “Na ocasião, a Prefeitura foi intimada e juntou todos os documentos, mais os estudos técnicos”, relatou o defensor. Foi então que a Justiça local indeferiu novamente a ação. “O juiz alegou que a Prefeitura havia feito um estudo técnico”, disse Mazzoni.
O advogado, como contraponto, argumentou que o estudo apresentado era datado de fevereiro de 2004. “O radar começou a operar em 2003, estando ilegal e irregular”, destacou. Após a sentença em primeira instância, Mazzoni recorreu ao TJ, novamente, obtendo, no mês passado, parecer parcialmente favorável.
A decisão em segunda instância, cujo julgamento teve a participação dos desembargadores Franco Cocuzza (presidente sem voto), Francisco Bianco e Maria Laura Tavares, abrange a anulação das multas aplicadas pelo município, em função dos radares móveis, no período de 21 de outubro de 2003 a 20 de fevereiro de 2004. “Esta é a faixa de tempo que o radar começou a operar, mas que não tinha estudo técnico”, argumentou o advogado.
Mazzoni destacou, ainda, que o Executivo protocolou um estudo técnico, que validaria a utilização dos pardais eletrônicos em Tatuí, junto ao Detran (Departamento de Trânsito), do Estado de São Paulo, no dia 20 de fevereiro de 2004. “Por conta disto, o TJ mandou anular todas as multas do período anterior”, disse.
A Prefeitura pode recorrer, mas, segundo Mazzoni, “dificilmente isto deve acontecer”. “Acredito que seja difícil, porque Brasília não analisa recurso que depende de prova. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) só analisa recursos que violem lei. Neste caso, para Brasília reverter, eles teriam que analisar todos os documentos. E isto os juízes de Brasília não fazem”, comentou.
Mazzoni não soube quantificar o número de multas que devem ser anuladas com a decisão. O defensor explicou que a municipalidade não havia, na época da ação popular, informado a quantidade de multas emitidas no período especificado.
O advogado também destacou que motoristas que receberam, no período de outubro de 2003 a fevereiro de 2004, multas por conta dos radares móveis e que não estejam elencados na ação também podem ser beneficiados com a decisão e ter o valor pago devolvido. “Se o motorista tiver a multa guardada e um comprovante de pagamento, é só se habilitar no processo”, disse.
A Prefeitura, procurada pela reportagem, informou que encaminhará o caso para análise dos defensores públicos do município. O Executivo adiantou que deve aguardar instruções para se pronunciar se vai ou não recorrer da sentença.
Publicado no jornal O Progresso de Tatuí, edição de 09.11.2007 (hoje!)
Vicentão defende 17 vereadores para a próxima legislatura
Na terça-feira (8), durante a palavra livre da sessão da Câmara Municipal, o vereador Vicente Menezes (PT) ocupou a tribuna e defendeu o aumento de 11 para 17 cadeiras no Poder Legislativo a partir de 1º de janeiro de 2013, conforme proposta de emenda à Lei Orgânica Municipal (LOM), aprovada pela edilidade de maneira unânime no último mês de março. A aprovação da nova composição da Câmara de Tatuí apoiou-se na Emenda Constitucional nº 58/2009, que alterou a redação da Constituição Federal. Depois da promulgação desta Emenda, em 2010, as Câmaras Municipais ganharam o direito de adequar o número dos vereadores, de acordo com a população oficial do município, revelada no último censo demográfico oficial. O assunto voltou a ser discutido há algumas semanas, depois da apresentação de uma nova proposta de emenda à LOM, assinada pelos vereadores José Tarcísio Ribeiro, Francisco Antonio de Souza Fernandes (Quincas), Wladmir Faustino Saporito e Oséias Rosa, pedindo a manutenção das atuais onze cadeiras na Casa de Leis, para conter o aumento de despesas e encargos que poderia acarretar a chegada de mais seis parlamentares e assessores. A proposta não chegou a ser votada e acabou retirada da pauta, mas sua apresentação recebeu a desaprovação de Vicente Menezes. O parlamentar petista defende que o aumento do número de vereadores trará maior representatividade e independência para a Câmara Municipal na fiscalização dos atos do Poder Executivo. Além disso, Vicente diz que não haverá despesas extras, pois a Câmara não estaria sequer atingindo o percentual que lhe é destinado pelo orçamento municipal para o exercício de suas funções. O pronunciamento durou mais de quarenta minutos e conteve várias críticas à administração municipal. O parlamentar petista pediu para que suas palavras fossem registradas na íntegra, na ata da sessão, juntamente com um artigo de sua autoria, enviado à imprensa, que aborda a questão do aumento do número de vereadores na cidade.
Suspeito de latrocínio em Tatuí segue preso em Rio Claro
Redação Canal Rio Claro – JABURU
Questionado sobre a procedência do veículo, J.M.O., 41 anos, morador em Tatuí e com várias passagens pela polícia, disse que namorou a vitima, usava o carro mas não havia matado ninguém. Os PMs fizeram contato com um delegado daquele município, o qual informou que acusado é um dos suspeitos no crime e que estaria pedindo a prisão preventiva do suspeito nas próximas horas.
No interior do veículo que era ocupado pelos indivíduos, os policiais encontraram pertences da vitima, uma faca, capuz, várias pedras de crack, dinheiro, documentos e outros objetos que foram apreendidos.
O caso foi apresentado no Plantão Policial, onde o delegado Dr, Paulo H. Nabuco de Araújo determinou que o acusado fosse autuado em flagrante por crime de tráfico, uma vez que os PMs apreenderam droga e dinheiro no veículo. Até o inicio da noite de ontem, nenhum mandado de prisão existia contra o suspeito que acabou sendo recolhido ao setor carcerário local e deverá ser apresentado na cidade de Botucatu, onde será investigada sua suposta participação no latrocínio.O acusado nega o crime.
PMs: sargento Alcântara, Arzoli, De Souza (Força Tática) e Cabo Sérgio e Farina (Patrulha Rural) trabalharam na ocorrência.
O que era apenas uma averiguação de rotina, pode esclarecer um crime de latrocínio ocorrido na cidade de Tatuí. Na tarde de ontem, policias da Força Tática e da Patrulha Rural detiveram 3 indivíduos que ocupavam um veículo Corsa Wind, vermelho, placas BRI – 4500 que estava irregularmente usando a tarjeta de Rio Claro. O trio foi abordado pelos policiais ma Estrada de Batovi, próximo ao Rio Corumbataí. Durante pesquisas, os policiais descobriram que o automóvel que estava com a tarjeta de Rio Claro, na realidade deveria estar com a tarjeta de Tatuí e constava como produto de latrocínio, crime ocorrido no dia 25/10, onde foi assassinada a facadas, Maria Aparecida Gonçalves Rodrigues, sem idade divulgada.
Questionado sobre a procedência do veículo, J.M.O., 41 anos, morador em Tatuí e com várias passagens pela polícia, disse que namorou a vitima, usava o carro mas não havia matado ninguém. Os PMs fizeram contato com um delegado daquele município, o qual informou que acusado é um dos suspeitos no crime e que estaria pedindo a prisão preventiva do suspeito nas próximas horas.
No interior do veículo que era ocupado pelos indivíduos, os policiais encontraram pertences da vitima, uma faca, capuz, várias pedras de crack, dinheiro, documentos e outros objetos que foram apreendidos.
O caso foi apresentado no Plantão Policial, onde o delegado Dr, Paulo H. Nabuco de Araújo determinou que o acusado fosse autuado em flagrante por crime de tráfico, uma vez que os PMs apreenderam droga e dinheiro no veículo. Até o inicio da noite de ontem, nenhum mandado de prisão existia contra o suspeito que acabou sendo recolhido ao setor carcerário local e deverá ser apresentado na cidade de Botucatu, onde será investigada sua suposta participação no latrocínio.O acusado nega o crime.
PMs: sargento Alcântara, Arzoli, De Souza (Força Tática) e Cabo Sérgio e Farina (Patrulha Rural) trabalharam na ocorrência.
Tatuí realizará 3ª Campanha de Doação de Medula Óssea
A campanha acontecerá para a realização de um banco de dados, caso haja compatibilidade, haverá a doação. Ou seja, quem já participou das outras duas campanhas não precisa comparecer nesta, visto que já possui cadastro. Sendo compatível, a pessoa será chamada para realização de novos exames que confirmem a conciliação, e em seguida haverá uma consulta para a decisão de doar ou não.
No dia da campanha não há necessidade de estar em jejum. Será feito o cadastro e a coleta de exame de sangue para teste de compatibilidade. É necessário ter entre 18 e 54 anos e não ter tido hepatite nem ser soropositivo.
O transplante de medula óssea (TMO) é necessário para pessoas com doenças como leucemia aguda ou crônica, linfoma de Hodgkin, entre outras. É retirado 10 ml de sangue, e o processo pode ocorrer de duas maneiras: a coleta direta da medula óssea ou pela veia.
Fundo Social de Solidariedade forma turma em curso de salgadinhos para festa
O Fundo Social de Solidariedade de Tatuí (Fusstat) realizou a formatura de 14 pessoas no curso de “Salgadinhos para Festa”. O evento aconteceu no dia 28 de outubro próximo passado nas dependências do Centro de Capacitação da Vila Esperança.
A primeira dama e presidente do Fusstat, Maria José Vieira de Camargo esteve presente, junto com a orientadora dos alunos, professora Adriana Pires. O curso teve duração de dois meses, sendo as aulas realizadas uma vez por semana.
Alunos do “Deócles” produzem documentário sobre Tatuí
O vídeo amador, de curta metragem, foi desenvolvido através de uma atividade proposta em sala de aula pela professora Ana Cláudia Cândido Silveira, com apoio e supervisão dos professores Esmeralda Vieira da Silva e Laércio Galvão Fiúza de Barros.
Os alunos envolvidos no projeto e na pesquisa foram Guilherme Costa Almeida, João Augusto Correa, Samuel Brizaco de Almeida, Juliano Coração e Rodrigo Ribeiro.
O vídeo traz imagens e informações sobre pontos turísticos e históricos de Tatuí, com as filmagens e a edição sendo realizadas pelos próprios alunos. Segundo eles, a atividade durou cerca de dois meses para ser toda produzida. O prefeito ficou surpreso pela qualidade do trabalho e pela disposição dos alunos.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
PM de Rio Claro prende acusado de latrocínio com veículo de Tatuí
Do CANAL RIO CLARO
Policiais da Força Tática e da Patrulha Rural de Rio Claro prenderam um homem suspeito de latrocínio (roubo seguido de morte) contra uma mulher, ocorrido em 25/10/2011, na cidade de Botucatu/SP [nota do DT: o crime ocorreu em Tatuí]. A prisão ocorreu quando os policiais efetuavam patrulhamento de rotina na Estrada Batovi, próximo da ponte de Rio Corumbataí. O suspeito estava em companhia de outros dois indivíduos, em um veículo Corsa Wind, na cor vermelha, com placas BRI-4500, Tatuí/SP, mas a placa estava com a tarjeta de Rio Claro. Com os indivíduos foram apreendidos uma faca manchada de sangue, um capuz, dinheiro e uma pedra de crack. De acordo com a polícia, a vítima de latrocínio foi morta a facadas. Contra o suspeito já há um mandado de prisão expedido por Botucatu. Trabalharam na ocorrência, os Pms da Força Tática Sgto Alcântara, Soldado De Souza e Arzolli e os Cabo Sérgio e Farina da Patrulha Rural.
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