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27/02/2025 | Na Sessão Ordinária da última segunda-feira (24), a vereadora Cintia Yamamoto foi à tribuna e questionou o ‘expressivo aumento’ nas taxas municipais.
A vereadora iniciou comentando sobre o Requerimento 560/2025, feito em conjunto com os vereadores Bossolan da Rádio, João Eder, Márcio do Santa Rita e Maurício Couto, onde questionam sobre o critério adotado para o ‘expressivo aumento’ das taxas municipais, conforme o Decreto Municipal nº 24.720, de 20 de dezembro de 2023, que foi alterado pelo Decreto nº 26.648, de 27 de dezembro de 2024.
“No finalzinho de 2024 editaram um Decreto e eu trago alguns exemplos. Para solicitar um Requerimento, antes custava R$ 8,01 e hoje são R$ 23,93; uma autorização de funcionamento custava R$ 28,54 e hoje são R$ 52,16; uma renovação de licença para funcionamento custava R$ 16,46 e hoje são R$ 52,16. (...) [O prefeito] é ruim de serviço e quem ‘paga o pato’ é a população e os empresários que precisam pagar mais caro. E esse dinheiro vai para os supostos ‘acordinhos’ políticos”, apontou Cintia Yamamoto.
A vereadora também comentou sobre a possível extinção do programa ‘Escola da Família’, conforme foi apresentado no Requerimento 526/2025 pelo vereador Márcio do Santa Rita. “Se isso for verdade, é um retrocesso na Educação”, enfatizou.
Ela também reiterou a cobrança para que o Executivo valorize o funcionalismo público.
Por fim, Cintia Yamamoto comentou sobre o ofício encaminhado pela Prefeitura referente ao dissídio dos servidores municipais. “O prefeito fala que o município enfrentará um cenário econômico e desafiador. [Ele] não foi à audiência. Atenda o Sindicato, honre com o seu compromisso que é sentar-se nessa cadeira e é muito simples: deixar de nomear os próximos comissionados e valorizar o funcionário público que estudou para estar na Prefeitura e faz a máquina andar. E aos vereadores que votaram pelo aumento de cargos comissionados, que expliquem isso para a população”, encerrou a vereadora.
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