segunda-feira, 15 de julho de 2024

Justiça suspende cobrança de dívida de Ana Hickmann a financeira de Tatuí

Financeira de Tatuí cobra 1,7 milhão da apresentadora; perícia feita pelo Instituto de Criminalística de São Paulo concluiu que as assinaturas em diversos contratos e documentos eram falsas, pois 'não partiram do punho de Ana Hickmann'.

Por g1 Sorocaba e Jundiaí, com copidesque do DT

Ana Hickmann e Alexandre Correa — Foto: Redes Sociais/Reprodução


15/07/2024 |  O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu o processo de uma empresa financeira de Tatuí (SP) que cobrava uma dívida de R$ 1,7 milhão de uma empresa de Ana Hickmann e do empresário Alexandre Correa.

Conforme a assessoria de imprensa da apresentadora, no início do mês, uma perícia feita pelo Instituto de Criminalística de São Paulo concluiu que as assinaturas em diversos contratos e documentos eram falsas, pois "não partiram do punho de Ana Hickmann".

Por conta disso, a juíza apontou um “grave risco na continuidade da execução” e suspendeu a cobrança até o final da apuração do processo.

O g1 tenta contato com a defesa de Alexandre Correa.

Relembre o caso

Em dezembro de 2013, uma empresa financeira de Tatuí entrou com uma ação na Justiça cobrando uma dívida de de R$ 1,7 milhão de uma empresa de Ana Hickmann e do empresário Alexandre Correa.

No documento, ao qual o g1 teve acesso, a credora pedia o confisco da mansão da apresentadora, que fica em um condomínio de Itu. No entanto, a Justiça negou o pedido, conforme a decisão publicada no mesmo mês.

No processo, a empresa cobra R$ 1,7 milhão por um empréstimo de R$ 1,5 milhão, feito em setembro de 2022. A mansão em Itu teria sido incluída como alienação fiduciária – uma forma de garantia onde o devedor, ao financiar algo, o deixa no nome do credor até que a dívida seja paga.

A credora de Tatuí também alegava que a família possui uma dívida de mais de R$ 11 milhões, o que reforçaria a tese de que a dívida não seria paga. Por isso, a empresa pediu pelo arresto dos bens de Hickmann e Correa.

A juíza Ana Laura Correa Rodrigues alegou, em sua decisão, que “não há indícios de insolvência dos executados, ou manobras para ocultação de patrimônio”.

“As provas apresentadas não permitem a avaliação de risco de dano ao resultado final da ação executiva. Agravo não provido”, completou a juíza.

Na época, g1 questionou as defesas de Ana Hickmann e Alexandre Correa. A assessoria da apresentadora disse que não iria se posicionar sobre o assunto.

Já o ex-advogado de Alexandre, Enio Martins Murad, disse que o ex-casal possui R$ 50 milhões em imóveis, o que seria um "valor superior às supostas dívidas alegadas. Portanto, suficiente para pagar tudo o que devem".

Murad ainda informou que o empresário ingressou com medidas cautelares na Vara de Falência, com fundamento na Lei da Recuperação Judicial. "Exatamente para evitar que o patrimônio jurídico da pessoa física seja deteriorado com a suspensão de todos os processos de execução até o julgamento final."


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